Ó noite, ó treva, ó nuvem,

Ó noite, ó treva, ó nuvem,
não mais fiqueis aqui!
Já surge a doce aurora,
o Cristo vem: parti!
 
Rompeu-se o véu da terra,
cortado por um raio:
as coisas tomam cores,
já voltam do desmaio.
 
Assim também se apague
a noite do pecado,
e o Cristo em nossas almas
comece o seu reinado.
 
Humildes, vos pedimos
em nosso canto ou choro:
ouvi, ó Cristo, a prece,
que sobe a vós, em coro.
 
Os fogos da vaidade
a vossa luz desfaz.
Estrela da manhã,
quão doce vossa paz.
 
Louvor ao Pai, ó Cristo,
louvor a vós também;
reinais, no mesmo Espírito,
agora e sempre. Amém.

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